
Nossos hábitos supõe uma maneira de acontecer das coisas, uma vaga coerência do mundo. Agora a realidade se afigura alterada, irreal. Quando um homem desperta (ou morre), tarda a se desfazer dos terrores do sonho, das preocupações e das manias da vida. Agora me custará perder o costume de encontrar-te tranqüilamente. Assisti, incrédulo, nossa conversa angustiadamente fluente, inevitável. Começo a acreditar, a partir deste fato, que as decisões solenes e definitivas, que traçam o relevante na linha do destino de nossas vidas, são bem menos conscientes do que acreditamos mais tarde, nos momentos de rememoração e lembrança.

3 Comments:
bem menos conscientes... ou nada conscientes. o tempo não volta, não passa, se queda imovél e ao mesmo tempo frenético. e as decisões tomadas, ou que acontecem por sim mesmas, estão aí. sempre. e... nossa, como isso ficou confuso.. beijos
Te mandei msg no cel...
Recebeu?!?!
Foi ontem!
Beijocas
Tuas fotos me tocam muito...as palavras...
Ai que delícia...
Agora será meu cantinho de bem estar, um momento para estar comigo mesma...
Je t'adore !!!
Bisous
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